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Concurso da Infoglobo em parceria com a FGV premia empreendedorismo entre jovens

Foram 32 concorrentes e 10 finalistas, mas apenas três projetos foram escolhidos como vencedores do Prêmio Jovens Empreendedores, concurso promovido pela Infoglobo com apoio do FGV Management Rio. O evento de premiação aconteceu no dia 29 de maio na Casa do Saber, no Rio de Janeiro.

Em primeiro lugar, ficou o Bubble App – ferramenta de geolocalização que permite criar e buscar informações sobre uma localidade criada por Danton Mello em parceria com Hugo Carvalho. O projeto recebeu um prêmio de R$ 15 mil. O segundo e o terceiro lugar ficaram, respectivamente, com os projetos O Formigueiro – um crowdfunding para projetos de educação criado pelos estudantes Gabriel Richter, Pedro Hermann e Renan Ferreirinha Carneiro – e Greenpoint, projeto de estações fotovoltaicas para carregar smartphones e bicicletas elétricas gratuitamente, dos empreendedores Roberto Ferreira e Nilson Vasconcellos.
 
“Mais importante do que o dinheiro e a mídia é a validação da banca que escolheu o nosso projeto. Esse é o maior valor”, comemorou o CEO do Bubble App, Danton Mello, que falou sobre a dificuldade de se obter investimentos para novas ideias no Brasil.
 
“É importante o crescimento do movimento empreendedor – a sociedade está se arriscando mais. Eu abandonei um emprego e deixei tudo pra trás para me dedicar ao projeto, e cada vez mais pessoas vêm percorrendo esse caminho. As instituições de ensino têm papel fundamental nisso, pois é nesse espaço que se desenvolve a mentalidade sobre a sociedade”, afirmou Mello, para quem a educação no país ainda é muito formal e empurra as pessoas para o mercado, ao invés de estimular o empreendedorismo.
 
Entre os critérios utilizados na escolha dos vencedores pela banca avaliadora– composta pelo coordenador de cursos do FGV Management Rio, Ricardo Franco Teixeira, pelas jornalistas Léa Cristina e Maíra Amorim, do Boa Chance, e pelos representantes da Cria Global e da Endeavor Florencia Estrade e Alexandre Caseira – estavam a capacidade dos projetos escolhidos de inovar e transformar a sociedade, além de sua sustentabilidade.
 
“Tivemos dificuldade para selecionar os dez finalistas, porque os 32 projetos escolhidos eram muito bons. Escolher os três vencedores também foi difícil. Precisamos que a juventude desenvolva projetos inovadores, que transformem o mundo e a forma como as coisas são feitas, e ideias que possam ser catalisadas pela sociedade”, afirmou Teixeira, lembrando que os brasileiros que buscam o empreendedorismo por necessidade ainda são maioria. “É preciso estimular os jovens a se tornarem empreendedores”.
 
 

 

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